Instituto Nacional de Câncer expõe expectativa de novos casos até 2022

Entre os anos de 2020 a 2022 o Brasil poderá ter 625 mil novos casos de câncer (em cada ano do triênio) . É isto que apresenta a nova pesquisa feita pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) e que foi divulgada nesta terça-feira (04), data em que o mundo todo se une para celebrar o Dia Mundial do Câncer e combater os impactos globais da doença.

Dentre essas novas estimativas, o estudo aponta que, para cada ano (2020-2022), a principal incidência será de câncer de pele não melanoma, com 177 mil casos. Este será seguido de 66 mil casos de câncer de mama e próstata (cada), 41 mil de câncer de cólon e reto, 30 mil de pulmão e 21 mil de estômago.

Estes dados também são detalhados de acordo com a região e o estado, além de suas especificidades pra homens e para mulheres. Dentre essas informações divulgadas no estudo chamado de “Estimativa 2020 – Incidência de câncer no Brasil”, os mais recorrentes entre as mulheres são:

– cânceres de mama (29,7%);
– cólon e reto (9,2%);
– colo do útero (7,4%);
– pulmão (5,6%) e
– tireóide (5,4%).

Já entre os homens, os dados são:
– câncer de próstata (29,2%);
– cólon e reto (9,1%);
– pulmão (7,9%);
– estômago (5,9%) e
– cavidade oral (5,0%).

 Câncer de Mama

Para o câncer de mama especificamente, estimam-se que serão 66.280 mil casos novos por ano. Esse valor corresponde a um risco estimado de 61,61 casos novos a cada 100 mil mulheres.

O câncer de mama toma a primeira posição mais frequente em todas as regiões brasileiras (sem considerar os tumores de pele não melanoma), com um risco estimado de 81,06 por 100 mil na Região Sudeste; de 71,16 por 100 mil na Região Sul; de 45,24 por 100 mil na Região Centro-Oeste; de 44,29 por 100 mil na Região Nordeste; e de 21,34 por 100 mil na Região Norte.

Para conferir o estudo completo do INCA a estimativa de distribuição dos principais tipos de câncer por sexo, região geográfica, estados e capitais, acesse a página do INCA.

Fonte: INCA, 06/02/2020

Conteúdo obtido no site da FEMAMA –  Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama

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